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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Está devendo para o Banco? Leia!

O país mergulha em um salto ornamental muito feio em um abismo de recessão. O governo, não satisfeito por tudo que já deu aos banqueiros, segue tirando do bolso do trabalhador para entregar lucro aos bancos. Os bancos, por sua vez, deliciam-se com os endividados.

Por que esta bela introdução?

Porque o governo aumentou novamente a taxa de juros para 13,75%, o que faz com que a banca ganhe, como sempre. Pois bem, com uma taxa destas, os riscos do brasileiro passar o resto de sua vida pagando 10, 20, 50 vezes o valor da dívida original aumentaram.

Qual é o maior problema?

O povo não entende lhufas de economia, acha que o governo quer o bem dele, e vive a vida como se não houvesse amanhã.

Como deixar de alimentar o monstro do seu banco?

A conta é impagável mesmo cortando seus luxos? Não? Corte o supérfluo, tv a cabo, celular pós-pago, aquelas coisas que nem sabemos porque pagamos.

Sim, é impagável mesmo assim.
Tem carro? Venda o carro ou troque por um mais barato. É dinheiro na hora e sem mais juros.

Mas eu não quero trocar o carro!
Faça um empréstimo, se for consignado com taxas baixas é excelente, senão, batalhe taxas. Os empréstimos flutuam por volta de 4 a 6%,  juros do cheque especial a 10% e juros do cartão de crédito por volta de 15%.

Mas isso só vai dar certo se apertar o cinto. Do contrário, é o fundo do poço. E se não aprender, será um ciclo vicioso.

O banco não é seu amigo, e do governo é apenas parceiro por conveniência, o banco é um hóspede que quebra o hotel e sai sem pagar até a diária.

Boa sorte!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

As 3 Bolhas na Economia Brasileira em 2015

Ontem, estava falando de economia, quase como sempre, e fiz uma afirmação:


"Neste ano, excepcionalmente, estourarão 3 bolhas no Brasil".


Foi uma frase sábia, mas não genial, mas sábia para quem acertou na mosca que teríamos um mar de endividamento a partir de 2013.
Previ isso em 2008, em uma das conversas na van que eu ia diariamente para a Furg.


Com isso, as elenco, e os motivos também:


1ª Bolha - Crédito

Neste turbulento início do ano, fomos agraçados com a alta da taxa de juros, e por consequencia, as já altas taxas de juros de financiamentos, cartões de crédito e limites do cheque especial, acabaram por tornar o endividamento a melhor forma de lucratividade dos bancos brasileiros, afinal, governo que sangra a população para pagar juros, acaba causando mais desemprego do que redução na inflação, tudo isso, devido a desaceleração da indústria e comércio.

2ª Bolha - Automobilística

Está difícil comprar carro hoje em dia. Sim. Os financiamentos estão com juros mais altos do que estávamos acostumados, as montadores batem o pé e não abrem mão de sua gorda taxa de juros, e o governo não abre a gaveta para a famosa redução de IPI, que é apenas uma ilusão para quem quer trocar de carro, mas uma solução para quem quer seu primeiro.

3ª Bolha - Imobiliária

O governo deixou seu povo com medo, um replay da Era Collor se aproximando, as pessoas retirando dinheiro da Poupança, o Governo, novamente, avisando que vai usar dinheiro do fundo de garantia para cobrir um obscuro BNDES e, talvez, as pobres empreiteiras do Petrolão, parece um anuncio de um novo filme de terror, mas é só a economia brasileira, que está tomando estes moldes.
Com isso, a Caixa Economica Federal está tendo um volume menor de dinheiro nos cofres, o que a torna menos líquida, e menos líquida, ela não consegue emprestar tanto dinheiro apenas com recursos próprios, e com isso, pesa no percentual de financiamento de imóveis, que deixa mais uma vez, as pessoas que ocupam aquela faixa acima da classe media, inventada por esse governo, mas que não tem dinheiro sobrando também. Desta forma, quem já não conseguia, agora não conseguirá.

E assim, começa o declínio de um país em recessão.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Percentuais e Números da Recessão

Alguns números do mês de Março:

Negativos:

Projeção do PIB: (-)1% para 2015
Educação: Redução de 7 bilhões no orçamento deste ano.
Saúde: Redução de 9 a 13 bilhões no orçamento deste ano.
Poder de compra: Redução de 1,7% em Fevereiro.

Positivos:

Juros: Previsão de 13,25% de taxa para este ano.
Inflação: Previsão para o exercício é de 8,1%.
Desemprego: 5,9% de aumento em Fevereiro, acumulado de 14%.


Estou informando estes índices agora, pois até mesmo o IBGE está sofrendo com enxugamento e daqui a pouco não poderá mais nos informar.

Antes, isso se chamava de recessão, agora o nome é reflexo da crise internacional.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Montadoras desafiam a inteligência do consumidor

Aprendi sobre lei da oferta e da procura...
É mais ou menos assim...

Se o picolé não vende a 1 real, ele baixa para 80 centavos, se não vende por 80, baixa novamente, e assim sucessivamente...

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Nossas montadoras pensam diferente...
Se elas não vendem, elas demitem os funcionários, diminuem um dia de trabalho na semana e SOBEM o preço dos veículos, nossa, bem lógico.

Então, ela te paquera, ela diz que vai te dar juro zero, x parcelas de dinheiro de pinga e depois te pego na esquina ou desconto de funcionário, é engraçado, mas é triste ao mesmo tempo...

A tentativa é no marketing... É em dizer para o consumidor que ele está fazendo um bom negócio quando ele não está fazendo...

A solução para o drama da falta de vendas é retirar a margem e tributação abusiva dos veículos para que sejam vendidos por preços justos, pois a exploração nos valores é mérito do Brasil, porque o brasileiro se sujeita a pagar fortunas por modelos que custam valores bem inferiores no exterior...

O segredo é o mesmo de sempre, não compre e espere a redução do preço ser a solução, assim, quem sabe, começarão a respeitar o consumidor brasileiro...

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Quanto custa?

De vez em quando vou em alguns lugares... restaurantes, lojas e outras coisas...
Sempre pergunto: Quanto custa?

Não é por ser chato, mas porque é um direito meu. Ainda mais na cidade em que moro atualmente, em que somos, por vezes, explorados, por conta de um comércio que encheu os olhos com o desenvolvimento da cidade.
São imóveis, entretenimento, alimentação, vestuário e itens diversos.
Combinado ao olho grande dos empresários, ainda há a poderosa inflação que tira do bolso de todos nós valores cada vez maiores por conta do desequilíbrio econômico existente no país.
Hoje, qualquer família que precise do mínimo para um mês precisa desembolsar cada vez mais para ter as refeições básicas.
Se quer sair para almoçar, paga uma refeição que não condiz com o valor cobrado. Se quer entretenimento, onde deveríamos sorrir despreocupados pode nos trazer preocupação. A roupa básica já nos faz usufruir do crédito que as vezes não conseguimos honrar no final do mês.

Tem gente que ignora essas coisas, se escora no crédito rotativo e sustenta os bancos mensalmente para manter um padrão, e começa a trabalhar para o sistema financeiro nacional.

O crédito parte de salgados juros que remuneram(e bem) nossas instituições financeiras, partindo de 8 até 16% ao mês, e que conseguem dobrar uma dívida em 6 meses, ou num piscar de olhos, como queiram. Se a coisa aperta de vez, um empréstimo com índice de partida de 4% é o seu amigo na hora ruim, mas que pode vir a ser inimigo por algum descontrole seu ou acidente de percurso.

Aos mais controlados, as opções para fazer suas economias renderem acabam não ajudando, uma vez que, baixos juros de poupança, tais como 0,5% e aplicações a longo prazo com teto de 1% não animam, pois as vezes o colchão pode salvar aquele que não quer deixar o dinheiro na mão dos bancos e teme um novo efeito Collor.

É difícil quando o dia a dia não nos proporcione a estabilidade necessária com tantas armadilhas. Talvez precisemos nos preocupar novamente com o aumento acima do normal dos preços de nossos supérfluos e necessidades básicas.
Quem sabe o nosso dinheiro está indo para poucos bolsos privilegiados e o que sobra, uma miséria, fica no nosso raso cofrinho.

Quanto custa essa reflexão?