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sexta-feira, 27 de março de 2015

Plus size, less size? Não! Um modelo que a sociedade precisa seguir

Imagem: Blog Topete Plus - Modelo Pauline Mespaque
Hoje em dia, faz parte da normalidade estas denominações, plus size(as fofinhas simpáticas), modelos tradicionais(aquelas magrelas de cara feia).
Inclusive tenho uma amiga, a Pauline Mespaque, que é destaque na tipificação Plus Size, e que conquista ainda mais seus amigos e seguidores por sua simpatia e carinho com os mesmos.

Pois bem... Aí onde quero chegar...

Estes são estereótipos que fazem com que as pessoas persigam uma forma física ou se baseiem nisso para nortear sua vida, escolhas, relacionamentos e oportunidades.

Mas não.

Não é isso que vai causar impacto em uma sociedade que hoje é tão fragmentada por tendências, grupos de afinidade, estilos musicais, etc... mas o que vai se levar em conta em nosso dia-a-dia é a maneira como somos e nos dirigimos ao próximo.

É uma abordagem antiga, sim, mas é correta e eficiente. As pessoas buscam tanto uma trincheira para se encaixar e se sentir bem que esquecem do mais simples e também mais importante, que é o que verdadeiramente vai dizer como ela é.

Hoje, vemos celebridades em revistas usando a roupa bibibi, indo na festa trololó, com o affair a ou b, essas coisas, mas por trás disso também, a publicidade negativa descaracteriza um ícone da mídia, choca a sociedade e desacredita nosso anseio por um caminho melhor a seguir, pois muitos ícones que temos em evidência não são exemplo nenhum de boa conduta, princípios ou educação(aquela de pai e mãe), pelo contrário, passam a mensagem contrária, a que não deve ser seguida, mas é seguida.

O velho ditado: faça o que digo, mas não o que faço, é o maior atestado de falsa moralidade que existe, e parece uma cartilha da imensa maioria das celebridades, que fazem cada vez mais, independente se certo ou errado, para se manter nos holofotes.

Que o mundo seja agraciado ainda mais por Paulines Mespaques e menos hipócritas ou falsos moralistas de plantão.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Vingadores 3 será no Brasil - E com o Homem Aranha

Dólar lá
Gasolina lá
Energia lá
Inflação lá

Tudo no alto.

A oposição já parece desistir na largada, já sentiu o cutuco no escândalo da Petrobras.
Sim.
O PSDB e a galera toda da oposição aliviou a CPI, a do Petrolão, a Folha já disse que o pessoal largou a causa porque parece que também participou da perfuração do rombo da Petrobras.

Leitor, tu acredita em espíritos? Não?
Então não acredite em uma melhora no quadro da Petrobras, eles tentaram 5% e levaram 3% na gasolina, o Diesel também teve revés, ou seja, 2015 é ano para tentar arrumar a casa, juntar os trocos para poder seguir investindo nos estaleiros que não entregam nem uma jangada dentro do prazo.

Aliás, essa estatal estaria melhor no domínio privado. Quem viu, viu. O Lula deu uma tremenda vida a estatal mais querida do Brasil, mas a nossa Rainha de Paus cravou o punhal no touro e ele está agonizante, operações paradas no centro do país, estaleiros ouvindo canção de ninar.

Chegou a hora do Estado mínimo, é uma saída, entreguem o BB também, pois quando o comandante salta do barco, é sinal que ele sabe que não encontrará terra a vista.
A Caixa, enquanto não for dizimada, pode ir ficando, pois daqui a pouco será a galinha que terá que cacarejar o que puder para servir ovo para tanta gente, pois o Bolsa Família já está sendo colocado no bolso do pobre pelo altruísmo do nossa principal banco público, a mimosa CEF.

Para terminar o interminável, não acredito mais em oposição, mas vou fazer meu abrigo antibomba(com hífen ou sem? Ah, essa reforma...) e me esconder do MST(com pós-graduação internacional by Venezuela) e da intervenção militar, pois eu escrevo aqui e não quero desaparecer sem deixar rastros ou um exílio em um vizinho latino americano.

Preparem-se... os Vingadores da Marvel terão que vir para o Brasil, o terceiro filme precisa ser aqui.
PS: tragam o homem aranha, porque vai ser de doer.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Como odiar?

Eu não consigo odiar alguém.
Isso é praticamente impossível para mim.
Não consigo odiar por atitudes, por existência, por raça, cor, religião ou opção sexual.
Não me vejo agredindo outro ser humano física ou verbalmente por algo tão vazio como o ódio.

O ódio é o sentimento mais degradante para um ser humano. Ele consegue corroer os dois lados, o odiador e o odiado, e ele só deixa de crescer quando se consegue piorar a situação.
Sou péssimo com o rancor também,  eu não guardo por muito tempo, eu não preciso dele, só preciso compreender o outro, pois as pessoas não conseguem ser totalmente ruins, talvez seja a perspectiva do outro que não ajuda.

Ultimamente tenho visto o ódio aberto publicamente, o rancor sendo renovado, e a esperança que temos de evoluir cada vez mais se perde no ralo da perversidade.

Tente evitar a difamação dentro de ti, para que ela não escape aos outros e se prolifere por aí, derrubando o bom senso e o respeito. Deixe os outros viverem a vida como quiserem, e se expressar com liberdade, e aceite(ou não) suas opiniões, desde que sejam verdadeiras.

Ser verdadeiro hoje em dia é um ato corajoso e arriscado demais para lidar com tantas vaidades e preconceitos.
Talvez seja preciso respeitar o próximo, independente de sua condição e suas ideologias, para que não julguemos erroneamente uma colocação, mas para saber dialogar e evitar as coisas ruins, como o ódio e o rancor.

Evoluir é consequência do ser humano, mas o mais importante é saber como evoluir.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Multas Caras e a Inércia Rio Grandina

Foto: PRF
Na semana passada, tivemos alterações dos valores das multas de trânsito consideradas mais usuais e mais graves entre os condutores.

É evidente que estas infrações colocam em risco a vida de pessoas que usufruem das vias diariamente, mas também é uma forma bonita de inflar os cofres dos estados.

Veja bem, cito Rio Grande, temos um movimento no distrito industrial(Barra) de grandes proporções, milhares de veículos se dirigem nos sentidos Centro x Barra, Centro x Cassino, Cassino x Barra e Cassino x Centro, pois essa via é alternativa curta e mais rápida, por ser tráfego em BR, e facilita o nosso cotidiano, inclusive o meu, que trabalho na Barra.

Entre estes veículos, temos carros, motos, caminhões de pequeno, médio e grande porte, bicicletas e pedestres.
Em uma breve análise, podemos prever que a PRF irá, simbolicamente, parar com um bloquinho de multas e "fazer a festa" da arrecadação.

Mas, em contrapartida, estes investimentos não chegam aqui, não melhoram as condições de quem depende desse trânsito caótico e não ajuda em nada, pois estamos tendo que nos virar na Lei da Selva diariamente para não nos atrasarmos mais.

A pista é simples, dois lados, e muitos motoristas ainda utilizam o acostamento para se deslocar devido ao trânsito lerdo ocasionado por manobras irregulares e condutores que seguram toda a fila para poder atravessar a via em tempo menor, e acabam prejudicando os demais.

Vejamos os pontos de vista:

  • Carros e Caminhões: As filas imensas impossibilitam o acesso via acostamento para quem precisa manobrar para o outro lado da via, pois o único ponto de acesso adequado para que o veículo para e não precise cruzar os dois fluxos é unicamente na frente do Estaleiro Rio Grande e para funcionários que possuem acesso aos estacionamentos dali, os condutores que trabalham lá, mas não com direito a estacionamento vip, e os que trabalham em outras empresas não tem a mínima acessibilidade ao outro lado e depende da boa vontade do condutor que vem atrás dele, o que está cada vez mais raro. A saída que os motoristas estavam tendo era atravessar a pista direto ao ponto de destino para não perder muito tempo com a travessia. Ainda assim, muitos carros, ônibus de linhas da cidade e caminhões trafegam irregularmente pelo acostamento da via colocando em risco a segurança de todos.

  • Motos: É evidente que em quase todas as localidades do Brasil, as motos não seguem a conduta correta prevista no código de trânsito, e no nosso caso, nós precisamos quase que adivinhar por onde irão ultrapassar nossos veículos, pela esquerda, direita, na mesma pista, isso torna a convivência complicada e aumenta muito o risco de acidentes, mas também não vemos um plano para ao menos minimizar isso, e a viatura da PRF é ausência sentida no nosso dia a dia.

  • Pedestres: Sim. São os pedestres que sofrem com essa loucura diária, eles não conseguem fazer movimentos na via sem perder muito tempo ou sem correr riscos, pois se eles ficam no acostamento, podem sofrer atropelamento, se vão para a pista também e se estão concluindo a travessia, a mesma coisa.
Desde que o nosso Titã chegou, não há uma proposta de melhoria na segurança da via, pelo contrário, foi inserido no meio da via uma barreira para as pessoas não atravessarem em um determinado ponto, mas quem precisa atravessar acaba precisando fazer isso em grupos e se submetendo ao risco de atropelamento coletivo por força de alguma possível imprudência de um motorista ou até mesmo a desatenção.
Sempre defendi a contrução de uma passarela ou um pequeno viaduto de acesso para os trabalhadores terem segurança em seu deslocamento, isso já evitaria parte do trânsito lento e o risco físico das pessoas, mas isso não possui a simpatia do Estaleiro, Prefeitura e Governo Federal, pois já tivemos diversos acidentes de veículos e podemos estar aguardando coisas piores para tomar providências, visto o caso do Trevo, na entrada de Rio Grande, em que precisaram de um bom número de mortes para se ver a real necessidade de readequação da estrutura para o trânsito da via.

Diante de tanta coisa, pergunto:

Onde está a Polícia Rodoviária Federal ?
Onde está a Prefeitura do Rio Grande ?
Onde está a imposição da Estatal Petrobras ?

Quantos acidentes e mortes ainda precisaremos para reconhecer o descaso ?

É bonito dizer que a cidade tem progresso, mas não é fácil reconhecer quando as mentes não acompanham.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Xenofobia não!

Estamos indo pro lado errado.
Houve democracia, as pessoas venceram por sua maioria, que fiquem as teorias de cada um, mas não ofendam seus irmãos de mesma pátria.
Se queremos igualdade, não é hora de discriminação e sim de conciliação, se o eleitor ao seu lado não conhece fundamentos econômicos ou não acompanha indicadores, é preciso entendê-lo, saber o que ele considera mais importante.
O povo se separa por seus ideais, mas precisa de coletividade para suas vitórias, mas não nos unimos por um projeto de eternidade, não apoiamos o outro na sua dor.
Por conta disso, de uma nação de tamanho continental, distribuímos ofensas e atribuímos o erro a quem nem conhecemos ou compartilhamos a realidade. É preciso entender e saber com o que queremos lidar. Se a disputa dependesse apenas de um lado ou de outro, o argumento seria coerente, mas houve divisão em todos os locais, não houve uma unanimidade, e nunca há.
Sejamos unânimes no apoio diário para colher os benefícios em um futuro, vamos disseminar a esperança de um futuro melhor e chegar a um objetivo juntos.
Mas chega de xenofobia e outras fobias, e mais convergência em nosso bem comum.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Eleitorado Brasileiro, na urna e no cotidiano

Foto meramente ilustrativa
Do meio de Setembro para cá, as corridas eleitorais começaram a tomar mais corpo nas redes sociais, são memes(montagens e piadas feitas com trechos de discursos ou falas), vídeos, textos, notícias e tudo o mais, até o WhatsApp está sendo utilizado como meio de conquista ou afirmação eleitoral. A dúvida, quase sempre, é da veracidade dos conteúdos, mas, adiante.

Hoje em dia, todos tem o poder de disseminar seus ideais, pensamentos ou terrorismos por conta da abertura que as redes sociais nos proporcionaram, o Facebook, de maior domínio popular na atualidade, conta com a eficiência de um megafone para que todos saibam como as pessoas se sentem, o que elas pensam e como elas querem que nos portemos perante suas afirmações. Evidentemente, quem posta algo lá quer repercussão, curtidas, compartilhamentos, e as vezes não está nem aí se está fazendo o justo, mas está fazendo o certo, para ele, o seu certo. Diante disso, se torna explicável de vermos alguns absurdos, seja com fonte garantida, jornais e revistas com ideologias cravadas, e que defendem o candidato A ou B.

Por vezes, isso tem um lado bom, pois se defende A irá buscar todos os argumentos possíveis para descontinuar a crença do eleitor dele, irá produzir material bélico para bombardear seu caminho na disputa, e servirá para influenciar na mente de eleitores que gostam de ler, mas não avaliam o que leem, que tornam o centro de suas informações aquela publicação que, por maioria de vezes, é parcial e direcionada ao ataque do que a ponderação dos lados.

Eu não venho por meio de meus textos influenciar o voto para o lado A ou B, mas a minha postura pessoal é conhecida e não tenho o intuito de divulgar pelo meu canal junto ao leitor, mas faço um acompanhamento direto de como essa relação da mídia com grupos políticos pode manipular a verdade.

Esses dias, fui expulso de um grupo de Facebook, simplesmente porque defendo minha escolha nele e porque reina uma ditadura imposta por moderadores, onde se direcionam favoráveis a posts, alguns de caráter duvidoso, pró partido da corrida eleitoral e disseminam o ódio dos membros contra o outro lado, fazendo o grupo de instrumento de manipulação eleitoral, afinal, o mesmo tem 40.000 membros e boa parte dele não consegue dialogar ou articular opiniões coerentes, muito menos fazer uma ponderação sobre que lado escolher para que tenhamos um apoio colaborativo das esferas públicas. Estes que não conseguem articular com facilidade, viram vítimas fáceis nas mãos mal intencionadas e votam com a vontade dos poucos manipuladores.

A dificuldade exposta nos meios é que, quem dá a opinião, não aceita opinião do lado oposto, prejudica seu relacionamento com o "opositor" e até mesmo corta laços por haver divergência sobre suas ideologias políticas. Há também o reacionário que não quer nem saber, vai votar nulo e discrimina os grupos políticos a ponto de cortar relações com os que tentam um debate na rede, e isto só vai o prejudicar mais tarde, pois não sabemos com que grau afetamos os outros com uma decisão errada em nossas vidas, principalmente no que faz menção a relações sociais.

Quem quer discutir e dialogar sobre o pleito, tudo bem, quem não quer, tenha paciência, não faz mal para a visão e nem para o humor, é só questão de relevar que isso tem data e hora para acabar.
O prazer da discussão política é indescritível, pena que só acontece de 2 em 2 anos para esferas eleitorais diferentes. Se o brasileiro tivesse com verdadeiro interesse de uma reforma política, tributária, penal e civíl, com certeza não teria parado nos 20 centavos, mas ido muito além, pois este desinteresse desqualifica o voto do eleitor, um voto tímido e que, na maioria das vezes, não expressa o que ele sente.

sábado, 6 de abril de 2013

É só esbarrar, É só tentar...!



É tudo tão engraçado, nós cruzamos por pessoas, por lugares, por situações...
Mas o mais interessante é que podemos virar para o lado e fingir que aquilo podia não acontecer e seguimos a vida novamente, mudando mais uma vez nosso destino..
Já pensou se tu esbarras num desconhecido na rua, ele te sorri, resolves cumprimentá-lo e seguir uma conversa amistosa ?

Simplesmente a série de acontecimentos após este evento foi mudado, talvez pegue o telefone do estranho, combine uma conversa em um barzinho qualquer e dali saia uma amizade, um romance, sabe lá o que..

Tu acabas de adicionar uma pessoa em tua vida e nem precisou do facebook, e sim de algo fora do comum na tua rotina para conhecer
uma pessoa nova, sabe ? Não sabe não, pois cada vez as pessoas estão mais fechadas e carrancudas pelas ruas, e na internet vira o amigo da vizinhança, o sorridente da praia virtual, o conquistador da balada da web, porque é tão fácil se proteger por trás de um teclado, tão "homem" expor a opinião na avenida da rede e ostentar seu outdoor no mundinho faz-de-conta que ninguém vê teu sorriso, nem tuas lágrimas, ninguém sabe se és realmente um humano, ou uma criatura alimentada por likes e shared...

O evento da rua já te proporciona de conhecer, de falar a palavra falada, e não a escrita, que ás vezes não expressa o que estás sentindo, que não expõe o que tens vontade de dizer ao outro, a palavra de amor, o grito de ódio, hoje é tudo tão plastificado, superficial, como um passeio em um museu de cera, onde não iremos nos importar se aquele outro tem vida ou não, opinião ou não, sentimentos ou não.

Acho tão difícil pessoas que nunca se viram pessoalmente dizerem que sentem saudade em um chat, ora, saudade? Mas de que? Daquelas palavras escritas
que talvez nunca falemos pessoalmente? Conheço muito poeta, filósofo e "Don Juan" da rede, e que não consegue desenvolver sua oratória e, ás vezes, causa a decepção alheia ainda ao se apresentar.


Então, tira a bunda daí, esbarra nas pessoas, diz que ama, xinga, morde, beija, abraça, e por aí vai..


É simples, cara, mostra o que tu tem as pessoas, as vezes o teu sorriso pode mudar a vida de outro, tua lágrima pode fazer com que ela te abrace, pergunte o que está acontecendo, como foi teu dia, e talvez não precises de um estereótipo como namorada, e sim, de um amigo, ou amigos, ou um fã-clube. 
Faz o que tu quiser, não sou eu que vou poder te dizer, mas não te contradiz, não molda o personagem pra sobreviver na sociedade, pois a única
maneira de se sentir bem consigo mesmo, é sendo tu mesmo, e aí sim, tu estarás satisfeito por escrever tua própria história.

Um beijo!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ninguém se entende

As pessoas só estão satisfeitas quando ganham no grito das outras. Parece que quem dá a última palavra que tem a razão, mas todo mundo faz questão de tê-la, e daí não adianta nada.
Cada dia que passa em minha vida, vejo estes tipos que defendem suas ideias com unhas e dentes e, por vezes, paro pra observar e ver os outros tendo que consentir com absurdos.

E está ai uma grande dificuldade, a de consentir, de aceitar que o outro tem opinião e que pode exercê-la.
Mundo dos donos da verdade.
É este o lugar onde vivemos.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Someone to kill you

Retirado do Imotion Imagens




Sério! Eu não aguento mais a Adelle...
Sério! Eu não aguento mais o Michel Teló...
Sério! Eu não aguento mais o Justin Bieber...
Sério! Eu não aguento mais a Lady Gaga...
Sério! Eu não aguento mais os Funk's Cariocas...

Como podem as emissoras de rádio repetirem essa gente todos os dias? Será que não há mais músicas melhores sendo lançadas ou tocadas no mesmo espaço de tempo ?

Será que só temos estes artistas no mundo?

Somos cobaias de testes marketeiros, 'input'ações de músicas em nossas mentes, repetições e repetições de refrões...

Não tenho nada contra estas pessoas, mas isto é um massacre musical, se ligares o rádio e esperar um pouco, lá vem um destes 'sucessos'... E se trocar de rádio, é igualzinho...

Hoje os artistas não se destacam pela sua melodia, pelo seu conteúdo, e pela diversidade musical..
Hoje o lance é o marketing maçante, a veiculação de imagem, a guerra dos escritórios de mentes criativas.. E nem digo destas mentes que cantam, pois são meros frutos das jogadas dos grandes profissionais...

A solução ainda será cultivar aqueles ídolos do passado, que perderam certo espaço por conta destas intromissões, mas que ainda nos cativam com suas canções, temos isto no rock nacional, rock internacional, nas músicas regionalistas e alguns ídolos soltos por cada gênero musical...

O que precisamos ter é liberdade musical, poder ouvir novas músicas, novos estilos, experiências e compartilhar disto..
Parece que quanto mais acesso e liberdade temos, mais bitolados ficamos, mais tendenciosos, seguidores da moda implantada em nossos chip's ocultos, no nosso pobre e manipulável cérebro...

Será que estão fazendo o certo e estamos precisando dessa enchente musical ?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Estupro do bom senso

Tem coisas que adoro, e uma delas é ver a hipocrisia do ser humano..
Não queria me tornar mais um a falar de BBB, mas confesso que a ocasião me obrigou.

Acontece que estão veiculando manifestações acerca do suposto estupro ocorrido, e nisto fico pensando...

Quantas vezes isto acontece todos os dias?

Quem nunca soube de uma história parecida?

Aquelas do tipo, ela bebeu, ficou facinha e se entregou para o “aproveitador“..

Não quero entrar no mérito da índole da moça, mas ela tirou bom proveito da situação.. Mas é claro, o monstro é ele...

Culpa da bebida alcoólica? Retirem-na e percam a audiência. O show não pode parar..

Pois é exatamente isto, e como sempre reclamo e exclamo...

Julgamos de uma maneira aos olhos e ouvidos dos outros e pensamos de outra maneira em nosso bate-papo com nossos cérebros..

O que achas desta questão? Pertences ao grupo dos politicamente corretos ou estás julgando as coisas sem os pré-conceitos?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

"ASSALTO NA CATRACA" - A VELHA NOVELA RIOGRANDINA



Tenho uma pergunta para os leitores...

Tu necessitas de ônibus para tuas atividades ?
Tu moras em Rio Grande ?

Meus parabéns, pois és o otário mais corajoso que conheço.

Calma, não fica nervoso, vou te explicar...

Tu estas prestes a sofrer mais um tratamento de choque, e num dos locais que mais doem no corpo humano, no bolso. Sim. A passagem de ônibus aqui está acompanhando o famoso aquecimento global, saca? Aquilo que todo mundo culpa pelo aumento da temperatura, camada de ozônio, etc..

O Cidadão de Rio Grande paga hoje R$2,35 a única empresa de ônibus de linhas urbanas que existe na cidade e acredite, tem tudo para pagar R$2,65 daqui a um tempinho, tudo isto devido a certo aumento do Diesel, argumento usado pela Viação responsável pelo transporte, mas peraí, CADA usuário vai arcar com R$0,30 para compensar isto, ou seja, cada um vai pagar pelo aumento sobre o litro, o que indigna mais ainda a população, pelo absurdo excedente do bom senso.

Agora pense comigo, a viação criou a integração do transporte, uns barraquinhos que mais parecem tenda de praia e que reduziram de maneira interessante a distância percorrida pelos veículos, interessante apenas para a empresa, pois ouço de todos os dependentes deste transporte as reclamações pela "genial" ideia.
Bom, com esta redução pensava-se que o preço da passagem iria reduzir ou se manter congelada por um bom tempo, mas não, os magnatas do transporte, não contentes com a facada no cidadão ainda aproveitaram-se da simpatia da prefeitura e da secretaria de transportes e estão se sentindo como banqueiros.

Se queres saber como é ser banqueiro, compre uma frota de ônibus e crie uma empresa que detenha o monopólio do transporte público, além disto, associe-se ao poder público e deboche o quanto quiser do povo.

Funciona em Rio Grande, pode funcionar em qualquer outro lugar.

Afinal, estamos no país onde tudo é possível quando a finalidade é passar a perna no povo.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

as vezes o problema somos nós

Não sei se ocorre com todo mundo, mas, em certos momentos, parece que o ambiente exige que nos afastemos até mesmo de quem gostamos muito. As coisas conspiram para que necessitemos de um retiro para a reflexão, o que é de grande importância para a manutenção de nossa paz interior.

Quase sempre, o problema não está nas pessoas, e sim em nós mesmos, ou seja, nós mesmos dificultamos nossa própria paz.

Paz!


domingo, 14 de agosto de 2011

A religião sem sentido



Exatamente.

Sem sentido, leitor. Quem defende elas irá repudiar minhas colocações. O que posso fazer? Azar deles.

É engraçado como cada tipo de religioso de comporta, sabe? Alguns tentam ser superiores aos outros, os outros acreditam nisso e acham que são inferiores a eles, uma sociedade em torno de algo que não é vitalmente necessário, ou vocês acham que ninguém vive sem um ou vários deuses?

Tentarei entrar no terreno sem pisar no pé de ninguém, mas vou ser bem direto, não tenho nada contra nenhuma.

Começo com os Católicos...

Quem é que sai dizendo pela rua que é católico hoje em dia? Desde a idade média houve um decréscimo nesta religião e, além disso, o real sentido de tanta fervorosidade foi desmentido por conta da Igreja ousar um maior domínio político e não estar fazendo a vontade de Deus, e sim dos seus mandatários terrenos. Depois deste período a popularidade foi caindo até que temos hoje pouquíssimos católicos fervorosos e a esmagadora maioria é daqueles que por não terem uma opção melhor, ficam por ali mesmo.
Hoje em dia, estes fiéis já não tem participação muito ativa em discussões ferrenhas e frequentam a média de 5 ou 6 missas por ano.

Chego aos Evangélicos...

Ou posso dizer, os donos da bola, do mundo, do computador em que estou digitando este texto, aliás, este pessoal acha que o mundo gira em torno deles e que os "endemoniados" que não os seguem vão ir para o inferno. Pode parar.
Claro que temos vários tipos desta religião, ela se ramificou um bocado, tem os tipos que louvam e usufruem de maneira equilibrada a sua crença, tem os que acham que todas as outras religiões não prestam e tem aquelas que só sabem tomar o dinheiro dos infelizes, e isso é triste.
Não posso deixar de dizer que tem muita gente boa seguindo, estes são a imensa maioria, e fazem disso a razão de sua vida, porém tem uma minoria que ganha dinheiro apenas explorando a maioria que quer estar perto de Deus.
O papel que alguns desenvolvem é de desvalorização das demais religiões, acham que os católicos são passivos e incrédulos, outros acham que os seguidores de cultos africanos são mensageiros do inferno, e isso acaba se refletindo a sociedade.
Será que é tão bonito gritar aos quatro ventos que ama Deus, Jesus, o Espírito Santo ? Será que matar, cometer n atrocidades e depois colocar na cabeça e dizer que é evangélico vai isentar o cidadão de seus erros?
Acabo por perceber que depois de ver tanta coisa, acredito que a essência não muda, aquele que foi moldado pra ser ferramenta do crime e dos atos passíveis de reprovação não se torna a melhor pessoa do mundo de uma hora pra outra, apenas mascara suas vontades com um comportamento de moralista e dono da verdade, mas no fundo carrega o mal no modo de ver tudo e os outros acabam notando que aquilo tudo é um teatro forçado. Aos que mudam de verdade, meus parabéns.

Às religiões de Culto Africano(de Caridade)..

Por que coloquei "de Caridade" ali em cima? Porque parte das pessoas que frequentam ou que buscam tal modalidade religiosa acaba usufruindo da mesma para fazer o mal, ousar contra a liberdade dos outros e fazer o que bem entendem para as outras pessoas, isto que acaba poluindo a visão que os outros têm destas religiões. Mas vamos ao que interessa, os que respeitam os outros e querem apenas praticar o bem para sí e o coletivo, estes embelezam o sentido de acreditar, de cumprir com suas obrigações que foram aceitas e na caridade com o próximo, acabam agindo dentro de seu grupo em pró de boas causas e sem pedir nada em troca, as vezes o que se vê é a necessidade de donativos para que se possa manter o funcionamento, pois geralmente é praticado por pessoas humildes. Entretanto, é reprovável o comportamento de alguns locais que exploram a bondade e a curiosidade para extrair grandes quantias das pessoas para "desfazer males", realmente isto só desvaloriza a prática destas religiões.
No campo social, aqueles que fazem o bem, persuadidos pela ferocidade evangélica e o nariz torcido dos católicos, acabam abrindo mão de tornar pública sua fé e outros, por perseguição, acabam escondendo o que são por vergonha de ser ou por medo da reprovação alheia.

Depois de explicar o convívio social de cada uma e a importância que estão tendo no cenário atual, partilho que a religiosidade supre a chamada linha de sustentação de muitos seres humanos, ou seja, há muitos que não se dedicam a religião alguma e ainda são fiéis ao ateísmo(essa foi boa) e não deixam de conquistar seus bens, seu sucesso e sua posição social, a crença nas religiões é explicada na necessidade que a maioria das pessoas tem de atribuir suas falhas e acertos, e na carência que possuem de serem abraçados por algo que não enxergam, mas que os conforta e acaba dando força para que não desistam e busquem seus objetivos.

O ser nada mais é do que as ações que ele pratica ou sofre com os outros, o ser é resultado de sí próprio, acredite.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

homossexualismo ao redor

As interrogações sobre o título vão ser resolvidas agora, é símples, a distância porque não sou, mas tenho atualmente amigos homossexuais ao meu redor.

O tema foi sugerido por uma amiga, a Srta. Pauline Mespaque, e também por despertar tamanha curiosidade sobre a visão externa, e as vezes distorcida, de quem desconhece as razões para os indivíduos serem homossexuais.

Ao assunto...

Visão Geral: Desde os primórdios e pilares da nossa educação, crescemos ouvindo que menino gosta de menina e vice-versa, pois bem, isto cria em nossas mentes uma visão de que se atrair pelo sexo oposto é "certo" e se atrair pelo mesmo sexo é "errado".
Não adianta. Todos somos orientados a sermos aquele padrão imposto pela sociedade, seja vivendo debaixo da ponte, ou vivendo na casa mais rica da cidade, nossos pais desenham nosso futuro e querem que sejamos plenamente socializados, aceitando todos os costumes.

A escolha: Creio que aí está a questão que distingue cada ser humano. Chega um momento em que iremos escolher definitivamente o lado que vamos seguir, seja homo ou hétero, e aí que vem a questão de arcar com as consequências de sua escolha, muitos optam por abrir sua opção para o mundo enfrentando o que for necessário para ser feliz, para o hétero é fácil, ele é aceito automaticamente pela sociedade, mas para o homo é complicadíssimo, vou explicar logo mais.
A partir daí essa escolha vai interferir em todas as situações de sua vida, desde a ir a padaria até trabalhar em um alto posto executivo de uma multinacional. O mundo não está plenamente preparado para isso e nem o próprio optante está, então além de sofrer o preconceito externo ele acaba lutando contra o preconceito interno, pois chega ao ponto de esconder e se julgar como errado e lutar contra sua opção.
Neste momento pensamos, até onde iremos seguir a sociedade e abstermos de ser felizes? Até onde ela irá nos conduzir a lutar uns contra os outros por verdades mentirosas, inventadas para manter a sociedade sob controle e afastar as pessoas e as classificando como marginais, entenda-se por pessoas que optar por viver a margem dos costumes.

Consequências internas: Desde o início da opção, o indivíduo cria na consciência uma ideia de que o que faz é errado e condena a atitude de sí próprio e dos outros que fazer o exercício de divulgar sua opção sexual, o mesmo acaba indo para a reclusão e se afasta dos pais, dos costumeiros amigos de infância e torna-se antipático àquilo que sente e os outros também, ele se torna o maior preconceituoso e não vê isso, porque tem medo de encarar a sociedade e expor sua escolha a ela, torna-se refém dele mesmo e se esconde cada vez mais. É normal de se entender, afinal, todos escondem determinados comportamentos passíveis de julgamentos.

Há coisas que chegam a ser engraçadas, mulheres que tem vergonha de admitir a masturbação, que assistem filmes pornográficos, homens que são excessivamente fechados sobre falar verdadeiramente de seu desempenho sexual, sobre o tamanho do membro e as mais diversas situações. Este parágrafo foi para mostrar que todos passam por isso.

Consequências externas: Os pais e demais membros da família são os primeiros a não aceitar, os amigos também começam a excluir, poucos o aceitam em volta, na escola o grupo que pertencia começa a discriminar e ele parte para a solidão e busca de alguém pra conversar, assim se priva do passado e assume um novo futuro e personalidade que tem como comportamento o isolamento parcial da sociedade e a troca de informações apenas com seu grupo. No trabalho, o isolamento é mais crítico ainda, a estagnação é imposta e o preconceito é exercido de forma maçante, tanto explícito quanto oculto, as pessoas observam cada passo ou trejeito e depois vira motivo de gozação e chacota dos colegas, é sujo, mas é real, então esta pessoa acaba tendo a opção de conviver com isso ou abrir mão de sua trajetória profissional por ser alvo de preconceito.

Ponto final: O homossexualismo não é errado, não é doença, não é desrespeito, é simplesmente uma opção.
Porém, lamento informar, mas a sociedade está longe de aceitar isto, está longe de entender as razões de cada um e muitos dos julgadores, os "corretos", gostam e procuram homossexuais para satisfazer seus prazeres ocultos, mas perante a sociedade os condenam.
A nossa sociedade ainda não aceitou o negro, o índio, a mulher, as diversas expressões músicais, as religiões e todas as outras diversificações que sofrem com preconceito, e mesmo assim elas ainda existem.

A questão não é sofrer com o preconceito e sucumbir as regras, e sim lutar para conquistar seu espaço, respeito e admiração. Ser gay não é errado, ser gay é ser o que você quer, ser hétero é ser o que você quer.

Seja o que você quiser, mas seja você mesmo.