Este GreNal é uma incognita, é um tira-teima de um zero a zero ocorrido em meio a competição, é uma possibilidade de afirmação e outra de reavaliação.
Há tempos, o GreNal é uma ferramenta de avaliação do desempenho real e emotivo das equipes, a oportunidade de uma provação frente a torcida e comissões técnicas desconfiadas.
O Inter vem de goleada e uma vitória tranquila perante o Xavante nessa última semana, mesmo assim a torcida ainda carrega um ponto de interrogação, é difícil convencer os rigorosos amantes de nossos times.
O Grêmio vem de desempenhos de poucos gols, mas uma maior segurança defensive, agora, cabe este time provar que consegue segurar o veloz ataque Colorado e provar que consegue colocar a bola no fundo da rede.
Com base na mística do GreNal, técnicos já cairam, jogadores amargaram profundamente geladeiras no banco de reservas, dirigentes se demitiram, e imprensas se calaram.
É com isso que iremos nos deparar no final de semana, mais um confronto para inflar pulmões, causar taquicardias e desaguarem lágrimas oriundas de muita, mas muita ansiedade.
Por que é uma incognita? Os dois times vem bem, os dois times sabem o que querem, e embora o Diego Aguirre pareça perdido com formações, acredito que no fundo ele vai saber como jogar um GreNal, já que carrega o sangue uruguaio aguerrido.
Que venha o GreNal!
Para quem deseja ver as coisas como são e não como devem ser.
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
O Efeito Alan Ruiz
Bastaram 12 minutos, duas intervenções, uma comemoração e um sorriso para ele se tornar o nome do jogo.
Sim.
O homem Gre-Nal do ano é o garoto Alan Ruiz.
Um reserva(de luxo) do Grêmio ergueu o indicador e o postou nos lábios para desmascarar a falta de esportividade da nação colorada. Com isso também veio abaixo o gigante Andrés D'Alessandro, um multicampeão com os vermelhos, símbolo de batalhas históricas e de temperamento indomável, porém com comportamento de um cão "pintier, só sabe latir, porque para o combate já provou em diversas ocasiões que foge da peleia.
O Grêmio mostrou algo que somente Felipão e Renato Portaluppi trouxeram em suas largas bagagens, o respeito ao clássico, e com a simplicidade e objetividade, massacrou o adversário alá Chapecoense.
Digo mais, expôs o que os outros clássicos escondiam, a fragilidade defensiva colorada e a inércia de Abel Braga, que não sabe conduzir nem um carrinho-de-mão.
Digo mais, expôs o que os outros clássicos escondiam, a fragilidade defensiva colorada e a inércia de Abel Braga, que não sabe conduzir nem um carrinho-de-mão.
Mas o mais importante é que o Alan Ruiz mostrou os dentes, e que é mais argentino que o pintier colorado, e que não precisa bancar o badboy para ser destaque, bastou ser inteligente.
O Dale que pediu respeito é o mesmo que desrespeitou por muitas vezes o coirmão, seus jogadores, dirigentes e torcedores.
E o Kenny Braga? 200 anos de estrada para fazer isso? Se comportar como um colorado qualquer? Um hooligan gaúcho.
O que acontece, quando o Grêmio perde de goleada, a torcida ataca as fragilidades do time em busca de respostas, sabemos que o problema é no nosso time, mas quando o Internacional perde, é inadmissível, intocável e incorreto questionar tal time.
Que fique a lição. O vexame da goleada passa, mas o fiasco que é feito fora das 4 linhas não se esquece.
O Internacional é o maior mau perdedor desde 2006, porque descobriu o que é ser vencedor naquele ano.
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