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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Morte Aos Professores

O que está acontecendo?
 
Créditos: UOL
O que fizeram com os professores do PR?

Agora protestar contra o descaso com o ensino é motivo para a polícia usar de força com os professores?
 
Só faltou a turma do Palácio do Iguaçu soltar foguetes caso houvesse a morte de um professor? É isso mesmo, raça humana?
 
É fato que eles depredaram patrimônio semana passada, é fato que muitos foram para o corpo a corpo, mas isso não dá razão para agredir aqu
eles que são responsáveis pela educação de nossas crianças e adolescentes.
 
O que mais preocupa é a displicência com que governantes tratam o tema, parece que não tem responsabilidades na questão, parece que a educação se resolve com o tempo.
 
A verdade é que educação não se resolve com facilidade e também nao chama atenção para fins eleitoreiros, o povo não lembra, na hora do voto, se as escolas estão em boas condições, se faltam professores ou não, todo mundo acha que a educação é assim e ponto, que é um assunto pra ser esquecido ao longo do dia, do ano, da vida.

O analfabetismo acrescentou o funcional e deixou de ser feio, errado, há pessoas que não conseguem escrever um parágrafo como estes que escrevo, pois a escola pública desandou, o professor deixou de ser o Mestre,  o respeitado e admirado ser transmissor de conhecimento.
 
E o video? O governo comemorou? não sei, mas sei que dentro do Palácio do governo do estado isso deveria ser no mínimo retaliado, pois gente assim não tem caráter, gente assim não respeita o ser humano, porque não é humano.
 
Lembro quando Tarso negou o reajuste, a direita criticou, agora Beto Richa faz o mesmo, mas agora a esquerda está tão preocupada em sair dos escombros que não consegue nem fazer oposição mais.
No Brasil, o político esquece que foi um professor que o ensinou a ler e escrever, os políticos tem memória curta, ora são aliados, ora inimigos, mas sua memória é tão curta que se esquecem por quem foram educados.
 
De fato, um país, estados e municípios dão as costas a quem pode os salvar, e sabe porque?
 
Porque, no fundo, o povo não liga para educação, os únicos que lutam por educação são os professores.
 
Esses guerreiros, e não guerrilheiros - porque guerrilheiro é ignorante - estes guerreiros são um exemplo para a classe do país, os professors devem parar a Pátria Educadora já, e pra ontem.
 
Ah, mas que orgulho dos professores.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Redução da maioridade penal só é solução para quem não conhece o país que vive

Não acredite nesta falsa solução para os problemas de criminalidade do país.

É fato que nossos menores praticam mais assassinatos por ano do que um país do Reino Unido pratica com seus adultos.

É fato que os bandidos dentro da maioridade use estes como escudos.

É fato que os defensores de Direitos Humanos querem atacar a consequência, e não a causa, que é a educação básica vergonhosa que temos em nosso país e uma melhor atuação dos conselhos tutelares na coibição da exploração e maus tratos aos menores.

Após todos estes fatos levantos, precisamos chegar a conclusão de que a redução da maioridade seria solução em um país bem desenvolvido e centrado, e principalmente, bem administrado, o que não é o caso do Brasil. Para podermos penalizar o menor, precisamos de um sistema carcerário maior, de uma polícia mais efetiva e um judiciário menos negligente, e o mais importante, precisamos tratar bandido como bandido, mesmo que use terno e gravata e seja eleito por voto popular, bandido é bandido.

Há de se ver também, que nosso sistema carcerário não consegue abrigar nem os presos maiores de idade, os que estão lá não tem acomodação, higiene e alimentação com o mínimo de condições humanitárias, é preciso, se o Estado e outras esferas não conseguirem, privatizar o sistema carcerário para que se tenha uma estrutura melhor e os governos passem a fiscalizar as condições dos presidios, além de incentivar empresas privadas a construirem presidios tentando evitar novas corrupções já que, no Brasil, construção é sinônimo de corrupção.

Uma hipótese para alívio dos espaços de carceiragem é a pena de morte para crimes gravíssimos, o que reduziria uma parte do contingente nas penitenciárias e causaria uma leve redução na criminalidade.

Sem dúvida, não há como providenciar a mudança de maioridade penal se nosso judiciário seguir liberando criminosos, presos com dificuldade pela nossa fraca polícia. Mais um agravante é a falta de espaço nos presidios, o que é uma situação difícil de ser resolvida pelo Executivo e que retorna a sociedade como uma demonstração de impunidade do bandido e o deixa cada vez mais poderoso.

Enfim, como o Brasil não atacou a raiz dos problemas por décadas e décadas de administração pública, hoje paga com um excesso de criminosos e míseras condições na Segurança como um todo.
Concluindo, o Brasil, se aprovar a redução, apenas mostrará mais cedo aos bandidos de, atualmente, menor idade, que ele sera impune devido a sucessivas más administrações do Estado.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Asseite quen iscréve errado que dói menas

"Hei, Vc! Pare. Pençe. Obçerve. 'Mais' não critike."

Escrever errado é normal. É praticamente uma convenção de um idioma tão complexo como o nosso.
O coloquial levanta modos diferentes de interpretação, e é o coloquial que te faz brasileiro.

Quando corrigimos uma pessoa publicamente, o que é comumente feito nas redes sociais, acabamos por ofender ou magoá-la, pois ela pode não ter culpa de escrever mal ou se expressar de forma incorreta.

O Brasil é um país extremamente carente em educação, tanto que, os canais de acesso as universidades tiveram de ser ampliados devido ao filtro que era realizado nos vestibulares das instituições.

Hoje, é possível ser universitário sem saber ortografia, semântica, verbos, concordância, é perfeitamente normal e aceitável, visto que não temos grande criticidade nas seleções, a interpretação vem de cada um.
A educação brasileira é difícil de ser assimilada por completo por conta de suas particularidades, que são dificultosas para um aprendizado coerente da língua, é complicado mesmo, passamos 10 anos aprendendo nosso idioma, talvez por isso seja tão difícil aprender idiomas novos devido a tanto tempo dedicado a um único. Se somar a isso a qualidade do ensino, falta de professores, baixa remuneração, entre outros, um aluno que sai falando bem portugues é um herói.

Vejam bem, não penso em destruir o portugues e suas propriedades, como foi proposto há um tempo atrás, a língua deve ser mantida em sua essência, confesso que nem gostei destas últimas alterações em acentuações, é decepcionante.

O que devemos visar é a tolerância com nosso amigo, colega de trabalho, familiar, conhecido, etc, pois nem todos foram dignos de educação exemplar. Eu, tenho orgulho de ter recebido a educação de escola pública que recebi, um primor diga-se de passagem, mas nem todos tiveram a mesma sorte do acaso que tive de cruzar em boas escolas e com profissionais dedicados, ou nem mesmo de frequentar a escola.

Com este campo de batalha aberto, que é a internet, em que as pessoas se atingem da maneira que podem, e não podem, não devemos ser hostis com o outro, mas trabalhar com uma simples distinção, uma redução de filtros e pensar mais no "isto é compreensível?".
Se for, ótimo, leia, responda, interaja, não há mal algum, não vai ficar feio. Se não, releve, não critique, seja humano e aceite o erro do outro como espera que ele aceite o seu.

Só não tire foto mandando beijinho para a câmera. Ah, isso eu não aceito. De jeito nenhum.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Só quando famoso morre algo acontece

É triste saber de uma morte ou quando isso passa insistentemente na televisão, verdade, mas o mais triste é saber que algumas coisas só acontecem depois que alguém de certa relevância pública perde a vida.

Até nisso as coisas conseguem ser injustas e discriminatórias.
O mais difícil é ver que a abordagem da mídia é maçante com um famoso, independente da forma que seja, se ele é culpado ou não, a comoção é imediata e a reivindicação de mudanças naquele tema, seja segurança pública ou outras questões é de abordagem prioritária.
Quando o Zé Ninguém morre, não se muda nada, a justiça é morosa e as melhorias são de looongooo prazo.

Lembro dos acidentes na frente do condomínio do trevo, foi preciso de mais de 7 mortes para se tomar uma iniciativa para melhorar o local, para haver uma real mobilização.

Fico triste pelo filho do ineficiente Geraldo Alckmin, o homem da seca paulistana, mas espero que ele veja que há muitos outros pais que perdem seus filhos todos os dias em suas ruas inseguras e que perdem por falta de uma boa educação, para o tráfico livre de drogas e má educação, além do mais, os filhos dos pobres cidadãos podem nem chegar em casa pela carência do transporte público, pois eles pegam ônibus que são assaltados todos os dias, e não helicópteros.

Respeito a dor do Geraldo, mas a dor de milhares de pais também deve ser respeitada por este senhor.

sábado, 28 de março de 2015

Quanto mais segurança privada, pior!

Quando saio para caminhar e vejo grades, cercas elétricas, e mais artifícios para proteção da própria casa, fico pensando nos nossos deficientes sistemas de educação e segurança.

Ora, são os meios que mais impactam na formação criminosa e na falta dw uma estrutura digna de segurança pública.
Por muitos anos, temos uma decadente reestruturação do nosso policiamento por conta de muitas aposentadorias, inchaço da área administrativa e baixo ingresso de novos policiais no país, além disso, carece de baixa remuneração e falta de gratificações para evitar o desinteresse e possibilidade de corrupção dos efetivos.

Já a educação tem qualidade baixa e não estimula os jovens a ir a deixarem suas casas e irem atrás de um futuro, o professor carece de remuneração e as escolas de estrutura, os repasses financeiros são escassos, decorrentes de um estado quebrado, situação que não vive apenas o RS, mas muitas uf's e municípios.

Voltando a segurança privada, as pessoas não se sentem mais seguras em suas próprias casas por não existir mais policiamento ostensivo, e algo que deveria ter sido feito a longo prazo, e continuado, não é feito por conta de cada representante no governo ter um enfoque.

Compare, veja fotos antigas, veja como as casas eram e como eram desprovidas de segurança e veremos que a educação e segurança não cresceu na mesma proporção de sua população atingida.
A estrutura pública é velha, frágil e vive de improvisos, consequência do desinteresse das lideranças com seu povo.

Enquanto formos vítimas de projetos de poder e populismo, dificilmente saberemos o que é evolução.

Se continuar assim, cuide bem de sua casa, de sua família, que seremos cada vez mais inundados pela insegurança e falta de educação.

PS: não entrei no mérito do sistema prisional, pois o Brasil é um país que defende mais seus marginais do que o cidadão de bem, e sem punições com peso relativo aos crimes, não irá servir de nada.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Plus size, less size? Não! Um modelo que a sociedade precisa seguir

Imagem: Blog Topete Plus - Modelo Pauline Mespaque
Hoje em dia, faz parte da normalidade estas denominações, plus size(as fofinhas simpáticas), modelos tradicionais(aquelas magrelas de cara feia).
Inclusive tenho uma amiga, a Pauline Mespaque, que é destaque na tipificação Plus Size, e que conquista ainda mais seus amigos e seguidores por sua simpatia e carinho com os mesmos.

Pois bem... Aí onde quero chegar...

Estes são estereótipos que fazem com que as pessoas persigam uma forma física ou se baseiem nisso para nortear sua vida, escolhas, relacionamentos e oportunidades.

Mas não.

Não é isso que vai causar impacto em uma sociedade que hoje é tão fragmentada por tendências, grupos de afinidade, estilos musicais, etc... mas o que vai se levar em conta em nosso dia-a-dia é a maneira como somos e nos dirigimos ao próximo.

É uma abordagem antiga, sim, mas é correta e eficiente. As pessoas buscam tanto uma trincheira para se encaixar e se sentir bem que esquecem do mais simples e também mais importante, que é o que verdadeiramente vai dizer como ela é.

Hoje, vemos celebridades em revistas usando a roupa bibibi, indo na festa trololó, com o affair a ou b, essas coisas, mas por trás disso também, a publicidade negativa descaracteriza um ícone da mídia, choca a sociedade e desacredita nosso anseio por um caminho melhor a seguir, pois muitos ícones que temos em evidência não são exemplo nenhum de boa conduta, princípios ou educação(aquela de pai e mãe), pelo contrário, passam a mensagem contrária, a que não deve ser seguida, mas é seguida.

O velho ditado: faça o que digo, mas não o que faço, é o maior atestado de falsa moralidade que existe, e parece uma cartilha da imensa maioria das celebridades, que fazem cada vez mais, independente se certo ou errado, para se manter nos holofotes.

Que o mundo seja agraciado ainda mais por Paulines Mespaques e menos hipócritas ou falsos moralistas de plantão.