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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Como odiar?

Eu não consigo odiar alguém.
Isso é praticamente impossível para mim.
Não consigo odiar por atitudes, por existência, por raça, cor, religião ou opção sexual.
Não me vejo agredindo outro ser humano física ou verbalmente por algo tão vazio como o ódio.

O ódio é o sentimento mais degradante para um ser humano. Ele consegue corroer os dois lados, o odiador e o odiado, e ele só deixa de crescer quando se consegue piorar a situação.
Sou péssimo com o rancor também,  eu não guardo por muito tempo, eu não preciso dele, só preciso compreender o outro, pois as pessoas não conseguem ser totalmente ruins, talvez seja a perspectiva do outro que não ajuda.

Ultimamente tenho visto o ódio aberto publicamente, o rancor sendo renovado, e a esperança que temos de evoluir cada vez mais se perde no ralo da perversidade.

Tente evitar a difamação dentro de ti, para que ela não escape aos outros e se prolifere por aí, derrubando o bom senso e o respeito. Deixe os outros viverem a vida como quiserem, e se expressar com liberdade, e aceite(ou não) suas opiniões, desde que sejam verdadeiras.

Ser verdadeiro hoje em dia é um ato corajoso e arriscado demais para lidar com tantas vaidades e preconceitos.
Talvez seja preciso respeitar o próximo, independente de sua condição e suas ideologias, para que não julguemos erroneamente uma colocação, mas para saber dialogar e evitar as coisas ruins, como o ódio e o rancor.

Evoluir é consequência do ser humano, mas o mais importante é saber como evoluir.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Eleitorado Brasileiro, na urna e no cotidiano

Foto meramente ilustrativa
Do meio de Setembro para cá, as corridas eleitorais começaram a tomar mais corpo nas redes sociais, são memes(montagens e piadas feitas com trechos de discursos ou falas), vídeos, textos, notícias e tudo o mais, até o WhatsApp está sendo utilizado como meio de conquista ou afirmação eleitoral. A dúvida, quase sempre, é da veracidade dos conteúdos, mas, adiante.

Hoje em dia, todos tem o poder de disseminar seus ideais, pensamentos ou terrorismos por conta da abertura que as redes sociais nos proporcionaram, o Facebook, de maior domínio popular na atualidade, conta com a eficiência de um megafone para que todos saibam como as pessoas se sentem, o que elas pensam e como elas querem que nos portemos perante suas afirmações. Evidentemente, quem posta algo lá quer repercussão, curtidas, compartilhamentos, e as vezes não está nem aí se está fazendo o justo, mas está fazendo o certo, para ele, o seu certo. Diante disso, se torna explicável de vermos alguns absurdos, seja com fonte garantida, jornais e revistas com ideologias cravadas, e que defendem o candidato A ou B.

Por vezes, isso tem um lado bom, pois se defende A irá buscar todos os argumentos possíveis para descontinuar a crença do eleitor dele, irá produzir material bélico para bombardear seu caminho na disputa, e servirá para influenciar na mente de eleitores que gostam de ler, mas não avaliam o que leem, que tornam o centro de suas informações aquela publicação que, por maioria de vezes, é parcial e direcionada ao ataque do que a ponderação dos lados.

Eu não venho por meio de meus textos influenciar o voto para o lado A ou B, mas a minha postura pessoal é conhecida e não tenho o intuito de divulgar pelo meu canal junto ao leitor, mas faço um acompanhamento direto de como essa relação da mídia com grupos políticos pode manipular a verdade.

Esses dias, fui expulso de um grupo de Facebook, simplesmente porque defendo minha escolha nele e porque reina uma ditadura imposta por moderadores, onde se direcionam favoráveis a posts, alguns de caráter duvidoso, pró partido da corrida eleitoral e disseminam o ódio dos membros contra o outro lado, fazendo o grupo de instrumento de manipulação eleitoral, afinal, o mesmo tem 40.000 membros e boa parte dele não consegue dialogar ou articular opiniões coerentes, muito menos fazer uma ponderação sobre que lado escolher para que tenhamos um apoio colaborativo das esferas públicas. Estes que não conseguem articular com facilidade, viram vítimas fáceis nas mãos mal intencionadas e votam com a vontade dos poucos manipuladores.

A dificuldade exposta nos meios é que, quem dá a opinião, não aceita opinião do lado oposto, prejudica seu relacionamento com o "opositor" e até mesmo corta laços por haver divergência sobre suas ideologias políticas. Há também o reacionário que não quer nem saber, vai votar nulo e discrimina os grupos políticos a ponto de cortar relações com os que tentam um debate na rede, e isto só vai o prejudicar mais tarde, pois não sabemos com que grau afetamos os outros com uma decisão errada em nossas vidas, principalmente no que faz menção a relações sociais.

Quem quer discutir e dialogar sobre o pleito, tudo bem, quem não quer, tenha paciência, não faz mal para a visão e nem para o humor, é só questão de relevar que isso tem data e hora para acabar.
O prazer da discussão política é indescritível, pena que só acontece de 2 em 2 anos para esferas eleitorais diferentes. Se o brasileiro tivesse com verdadeiro interesse de uma reforma política, tributária, penal e civíl, com certeza não teria parado nos 20 centavos, mas ido muito além, pois este desinteresse desqualifica o voto do eleitor, um voto tímido e que, na maioria das vezes, não expressa o que ele sente.

sábado, 20 de setembro de 2014

Salvem as próximas gerações

Se não gostas de outra raça, de outra religião, de outra opção sexual, de outra ideologia, enfim, de qualquer outra coisa.
Tudo bem.

Isso é um problema seu.

Mas não passe isso adiante, não ensine seus filhos a preservar seus gostos e preferências.

Na questão racial, é de conhecimento público que o negro  a escravidão e até hoje é discriminado por boa parte da sociedade sofreu com não-negra, ok, mas sou contra ensinarmos isso nos próximos ensinos fundamentais e médios, uma etapa de formação da mente humana, onde tudo que é absorvido é julgado com imaturidade, com isso, não é a hora da criança saber que o negro foi escravo, e sim de transmitir igualdade.

No âmbito religioso, o batismo já é um erro comum de submeter um novo ser a uma religião preestabelecida, e evitar que ele escolha ter religião ou não.

Se tu és heterossexual e te orgulhas disso, parabéns pra ti, respeita o próximo e evita soltar a imbecilidade ao teu filho como: "isso é coisa de viado", "olha o boiola ali", isso vai poupar ele de saber mais adiante que és um imbecil. O fato de não externares isso também vai ajudar ele a suportar uma sociedade mais igualitária e que respeita as minorias.

Por fim, se tu fazes qualquer coisa que, sério, não interessa pro outro porque tu gosta, conserva pra ti, deixa a tua próxima geração aprender, aceitar ou não, e evitar o que deseja.
Temos que prover segurança, integridade e valores a nossos filhos, mas interferir em seu modo de julgar as coisas é péssimo.

Toca aqui quem deseja salvar a próxima geração!

domingo, 1 de abril de 2012

O desvio de pensamento

Os momentos em que vamos fazendo planos e praticando o ato de imaginar como seria e como podemos agir em nossas vidas são valiosos e refletem nossa capacidade de mudar e melhorar as coisas, e desta forma nos capacitam a criar alternativas para mudar nosso cotidiano e maneira de pensar.
Talvez, vivendo em uma realidade verdadeira e empreendendo esforços em nossos objetivos, esquecendo as coisas alheias e mesquinhas, talvez esta seja a forma de se alcançar a plenitude de satisfação.

São raras as oportunidades que temos para mudar as coisas. Quem sabe pode ser agora?